Exposições

X-men Filmes EXPOSIÇÃO

X-Men Filmes EXPOSIÇÃO – CONFIRA!

 X-Men Filmes EXPO

Entre os dias 17 de maio e 3 de julho, o MIS recebe a exposição X-men Filmes EXPO – dos filmes para o museu, realizada em parceria com Fox Film do Brasil. A mostra, inédita, apresenta objetos originais utilizados nas filmagens da saga, e comemora à estreia do filme X-men: apocalipse, que acontece dia 19 de maio nos cinemas.

 Para promover uma imersão no universo dos mutantes, a exposição interativa reúne X-Men Filmes EXPOpainéis, trajes originais dos filmes e objetos de cena, como as garras do Wolverine, o visor original do personagem Ciclope, o capacete do professor Xavier, entre outros. Ao todo, são 41 peças de cena, além dos figurinos utilizados pelos atores Halle Berry (como Storm em X-men), Alan Cumming (Noturno em X2), Haley Ramm (Jean Grey em X-men: O Confronto Final), James McAvoy (Xavier em X-men: Primeira Classe) e Michael Fassbender (Magneto, em X-men: Dias de Um Futuro Esquecido).

 “X-Men é um ícone da cultura pop e tem tudo a ver com a programação do MIS”, diz André X-Men Filmes EXPOSturm, diretor executivo e curador geral do MIS. “A série teve início nos anos 1960, nos quadrinhos, e na década seguinte, revolucionou este universo, não só pela narrativa inovadora, como também pela temática que abordava assuntos polêmicos para a época, como preconceito e intolerância. Outro aspecto a se destacar foi a criação de diversos personagens com etnias diferentes, o que fez com que os cenários também fossem ampliados, e consequentemente, a questão multicultural. A série tornou-se icônica e gerou preocupação entre os fãs quando foi anunciada sua primeira versão para o cinema. A genial adaptação foi enorme sucesso, por conseguir transpor para o universo do cinema o clima e os personagens de maneira perfeita e fiel, sendo com certeza a melhor série cinematográfica baseada em personagens dos quadrinhos”, explica.

 Além de marcar a chegada do filme X-men: Apocalipse no país, a exposição enaltece a cultura pop. Para diretora de Marketing da Fox, Camila Pacheco, a iniciativa aproximará os fãs da série e o público em geral do processo criativo de cada filme. “É um privilégio trazer ao Brasil uma exposição icônica do universo cinematográfico de X-men. O público conhecerá de perto itens que conferem magia ao cinema e poderão relembrar alguns momentos, por meio de uma linha do tempo”

Lotação máxima: 2.000 pessoas por dia

Fonte: mis-sp.org.br

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ACERVO MASP ARQUIVO NO TRIANON-MASP: PLAYGROUNDS

ACERVO MASP ARQUIVO NO TRIANON-MASP: PLAYGROUNDS

 

Em dezembro de 2015, o MASP inaugurou um novo programa para seu espaço expositivo na estação Trianon-MASP do metrô. Arquivo no Trianon-Masp substituiu Fotografia no Trianon-Masp, o programa que exibiu em 2015 obras da Coleção Pirelli MASP de Fotografia. Assinam a curadoria Adriano Pedrosa e Luiza Proença, da direção artística do MASP.

Ao longo de 2016, serão expostas imagens históricas pertencentes ao Centro de Documentação do MASP. O Centro de Documentação foi formado na década de 1990, quando foram incorporados ao museu os arquivos da instituição. São documentos produzidos e coletados durante as atividades do museu, entre eles imagens de exposições e eventos realizados ou relacionados ao museu desde sua criação.

Na segunda edição, o programa exibe duas fotografias dos anos 1960 e 1970: uma que documenta a exposição Playgrounds, de Nelson Leirner, montada no Vão Livre do MASP, e outra do carrossel de Maria Helena Chartuni, instalado no mesmo espaço, na década de 1970.

 

Informações Gerais
ARQUIVO NO TRIANON-MASP: PLAYGROUNDS

Data: 5 de março a 31 de julho de 2016
Endereço: Avenida Paulista, 1578, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3149-5959
Horários: terça a domingo, das 10h às 18h (bilheteria aberta até as 17h30);
quinta-feira: das 10h às 20h (bilheteria até 19h30)

O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras, durante o dia todo.
O ingresso dá direito a visitar todas as exposições em cartaz no dia da visita.
Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam R$12,00 (meia-entrada).
Menores de 10 anos de idade não pagam ingresso.
O MASP aceita todos os cartões de crédito.

Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h.
É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.

CAR PARK (Alameda Casa Branca, 41)
Segunda a sexta-feira, 6h-23h: R$ 14,00
Sábado, domingo e feriado, 8h-20h: R$ 13,00

PROGRESS PARK (Avenida Paulista, 1636)
Segunda a sexta-feira, 7h-23h: R$ 20,00
Sábado, domingo e feriado, 7h-18h: R$ 20,00

Acessível a deficientes, ar condicionado, classificação livre.

Fonte: http://masp.art.br/

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Exposição traz obras de Picasso que foram colecionadas pelo próprio artista

Amigos, olhem que legal que acabei encontrando a disposição na internet. É uma boa oportunidade de você conhecer melhor a arte incrível de Picasso, uns dos maiores artistas  de sua geração. De uma olhada e veja como ir até este evento que, no entanto é muito raro de acontecer.

A exposição “Picasso: mão erudita, olho selvagem” traz 116 peças do artista selecionadas, inicialmente, por ele mesmo. As obras são da coleção do Musée National Picasso-Paris e fazem parte de um conjunto que o espanhol manteve consigo ao longo da vida. Os trabalhos foram doados à instituição pelos herdeiros. Há fotos e vídeos que retratam os processos de produção do pint

 

A mostra pode ser vista até o dia 14 de agosto no Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, zona oeste paulistana. Os primeiros trabalhos da exposição remetem ao início da carreira do espanhol, quando Pablo Picasso, com 19 anos mudou-se para Paris.

Segundo a pesquisadora do núcleo de curadoria do Instituto Tomie Ohtake, Carolina de Angelisa, nessa fase inicial, as pinturas retratam o mundo artístico e a vida na capital francesa na transição dos séculos 19 e 20. “Ele pinta cenas do cotidiano, tipos urbanos, cenas da noite, dos cabarés artísticos”.

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A exposição mostra trabalhos de Picasso no início da carreira – Foto: Agência Brasil

 

O hábito de colecionar parte dos próprios trabalhos desde essa época mostra, de acordo com Angelisa, uma atenção a trajetória que estava desenvolvendo como artista. “O Picasso, além de ser muito bom na própria autopromoção, porque ele foi um grande empreendedor do próprio trabalho. Isso também mostra a importância que tinha para ele guardar, observar e olhar certo tipo de evolução”, afirmou.

Nesse percurso, alguns temas acabam sendo recorrentes, como a figura do arlequim, usada, segundo a pesquisadora, com intenções diversas ao longo do tempo. “No começo, ele retrata isso logo que chega em Paris, para mostrar um tipo de figura mais marginalizada. Esse profissional do circo um pouco nômade, que não tem um lugar fixo para se estabelecer.

Em outros momentos, ele se retrata como o próprio arlequim, porque todas essas figuras são do entretenimento, mas carregam uma certa tristeza, melancolia”, afirma, sobre como o personagem, algo entre o palhaço e o bobo da corte, quer chega a ser usado por Picasso para representar até seu filho.

 

Múltiplos estilos e técnicas

 

Por outro lado, a exposição busca mostrar, em ordem cronológica, a diversidade de técnicas e estilos desenvolvidos pelo artista ao longo do tempo. Escultura em cerâmica, gravuras, desenhos e pinturas com influências múltiplas, apresentam um artista que foi muito além do cubismo, movimento do qual é um dos principais nomes. “É uma variedade, não só de técnicas, mas de modos de representação. De como as figuras são representadas, o que poderia ser uma exposição coletiva, de vários artistas”, disse Angelisa.

A decomposição das formas da natureza em formas geométricas, que se consolidou na expressão cubista, pode ser acompanhada como processo na linha estabelecida pela curadoria. “O que ele faz no período cubista, já estava sendo traçado anteriormente”, ressaltou.

 

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Trabalhos foram doados ao museu por herdeiros – Foto: Agência Brasil

 

A influência do contexto histórico na produção também pode ser sentida nas diversas fases que compõe o conjunto da obra de Picasso. Nesse sentido, há uma parte dedicada ao processo de realização do quadro Guernica, uma das mais famosas obras de Picasso, inspirada no bombardeio que destruiu uma pequena vila espanhola durante a Segunda Guerra Mundial. “E também das pinturas na época da ocupação alemã na França, que são pinturas mais densas, mais escurecidas, com tons de preto e cinza”, acrescentou a pesquisadora.

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